Schwarzman Scholars: bolsa para mestrado na China com tudo pago
O Schwarzman Scholars é um mestrado de um ano em liderança global, com foco em China, oferecido na Universidade de Tsinghua em Pequim. O mestrado na China com tudo pago está inscrições abertas
O programa foca em formar líderes “para o sucesso em um mundo onde a China desempenha um importante papel global”. A bolsa cobre todos os custos do mestrado na Universidade de Tsinghua – uma das mais prestigiadas universidades da China.
O curso é muito focado em liderança, afinal, o objetivo do programa é focar líderes, no entanto, os candidatos para a bolsa de mestrado na China devem indicar em qual área desejam se especializar. As áreas disponíveis são Economia e Administração, Políticas Públicas ou Estudos Internacionais. Apesar disso, formados em QUALQUER área do conhecimento podem candidatar.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela internet até 9 de setembro de 2026.
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Como concorrer à bolsa de mestrado na China na Universidade de Tsinghua
Para poder concorrer, é necessário ter entre 18 e 28 anos, ter graduação completa (até 1º de agosto de 2026) e possuir proficiência em inglês comprovada por Toefl ou Ielts. Além disso, os candidatos devem enviar, pelo menos, duas cartas de recomendação, três cartas de motivação com diferentes temas, histórico escolar completo e currículo.
Para se inscrever na bolsa de estudos do Schwarzman Scholars não é necessário ter formação em uma das áreas em que o curso é oferecido. Candidatos com formação em qualquer área podem se inscrever. O mestrado na China será todo em inglês.
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O que a bolsa de mestrado na China cobre
A bolsa de mestrado na China Schwarzman Scholars cobre os custos do curso de mestrado, transporte, passagem até a China, seguro-saúde, moradia, alimentação, uma viagem de estudos na China e ainda e inclui uma quantia para gastos pessoais (4 mil dólares pagos em duas parcelas de dois mil).
Ou seja, é uma bolsa completíssima para fazer mestrado no Exterior que não dá para perder!
As inscrições podem ser feitas no site do programa e vão até 9 de setembro. Os candidatos selecionados serão contatados até metade de novembro. A seleção busca que 45% dos estudantes sejam dos Estados Unidos, 20% da China e 35% de outros países.
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O que você vai estudar no Schwarzman Scholars
O mestrado na China do Schwarzman Scholars tem duração de um ano e é estruturado em torno de um currículo central obrigatório que todos os scholars fazem juntos, o que, por si só, já é parte da proposta: você constrói relações com uma turma de cerca de 200 líderes de mais de 40 países ao longo de um ano intenso em Pequim.
O núcleo do programa começa com um curso de Assuntos Globais, que percorre desde teoria das relações internacionais até os desafios emergentes da governança global, e inclui um módulo dedicado à China contemporânea, focado nas transformações institucionais e sociais do país nas últimas décadas. Isso importa porque o programa não te entrega só um diploma: ele te entrega contexto real sobre como a China pensa, decide e se posiciona no mundo.
A terceira âncora do currículo é Liderança, e aqui o programa faz uma escolha interessante: você pode escolher entre cursos como Liderança em Crises Públicas, Psicologia da Liderança Global ou Liderança em Diplomacia e Segurança, mas também tem a opção de cursos práticos conduzidos por profissionais em exercício, sobre temas como negociação, liderança em organizações internacionais ou gestão de crises humanitárias.
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Além do núcleo, há eletivas em direito, políticas públicas, saúde pública, relações internacionais, negócios e educação, oferecidas em inglês por outros programas de mestrado da própria Tsinghua.
O ponto alto do currículo presencial é o Deep Dive: uma viagem de campo de uma semana para regiões da China com foco em desenvolvimento econômico, rural ou liderado pelo Estado, combinada com visitas a empresas, agências governamentais e sites culturais.
O programa se encerra com um Capstone, um projeto individual ou em grupo de conclusão do curso, que sintetiza tudo que o scholar aprendeu ao longo do ano.
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Schwarzman Scholars: professores e convidados
Uma das marcas do Schwarzman Scholars é a qualidade das pessoas que passam pelo campus de Tsinghua ao longo do ano e aqui “qualidade” não é figura de linguagem. O programa mantém uma série contínua de palestras com líderes de alto nível em política, negócios, tecnologia e sociedade civil. Condoleezza Rice, ex-Secretária de Estado dos Estados Unidos, já passou por lá. Tony Blair, ex-primeiro-ministro britânico, também. Fareed Zakaria, um dos jornalistas e analistas internacionais mais influentes do mundo, é presença regular.
Do mundo dos negócios, figuras como Indra Nooyi, ex-CEO da PepsiCo, e Kai-Fu Lee, um dos maiores nomes globais em inteligência artificial, já se sentaram na frente dos scholars para conversas que vão muito além do que qualquer sala de aula comum oferece. O que torna essas interações únicas é o formato: não são palestras para auditórios de mil pessoas.
O contexto do programa, com uma turma pequena, reunida em residência dentro da universidade, cria oportunidades de acesso e diálogo que simplesmente não existem em outros programas. Para quem quer entender como líderes globais pensam sobre China, sobre geopolítica, sobre tecnologia e sobre o futuro, isso é uma vantagem difícil de quantificar.
Como é o programa do Schwarzman Scholars na China
Desde 2015, o programa Schwarzman Scholars seleciona cerca de 200 estudantes do mundo todo para o mestrado na China focado em liderança. Até hoje, apenas nove brasileiros foram selecionados para fazer o programa da Schwarzman Scholars.
Segundo Frederico, uma das razões para isso é o baixo número de candidatos brasileiros versus o grande número de candidaturas do Brasil incompletas (vamos se ligar, pessoal!). Durante o mestrado de um ano, os alunos selecionados moram dentro da universidade na China e têm todas as despesas cobertas pelo programa.
Para poder se inscrever, não é necessário estar no Brasil durante a candidatura e também não é necessário retornar ao Brasil (como é o caso da maioria das bolsas) no final do curso.
Outro detalhe importantíssimo é que muitos serviços online e redes sociais que os brasileiros amam são proibidos na China. Facebook, Whatsapp , YouTube e outros serviços do Google não são acessíveis o que torna um bom serviço de VPN antes de chegar ao país uma necessidade. Então se você quer estudar por lá vale procurar um serviço bom como o Nord VPN.
Tire suas dúvidas sobre o Schwarzman Scholars
Em uma live no YouTube, conversamos com o oficial de recrutamento e seleção do programa Schwarzman Scholars, Frederico Menino. Frederico respondeu respondeu dúvidas e deu dicas para brasileiros que querem aplicar para o programa que dá bolsas generosíssimas para fazer mestrado em liderança na China.
A primeira mulher brasileira aprovada no Schwarzman Scholars, Isabella Christo, foi mentorada do Partiu Intercâmbio e participou do cohort de 2020.
Sobre a Tsinghua University
A Tsinghua University, localizada em Beijing, é uma das universidades mais prestigiadas da China e reconhecida mundialmente por sua excelência acadêmica, especialmente nas áreas de engenharia, ciência da computação e ciências naturais. Fundada em 1911, a Tsinghua combina uma forte tradição acadêmica com uma abordagem moderna e inovadora à educação e à pesquisa, sendo frequentemente classificada entre as melhores universidades da Ásia e do mundo. Ela também tem desempenhado um papel importante na formação de líderes políticos e empresariais chineses.
Curiosamente, ao buscar “Tsinghua University” no Google, uma das primeiras perguntas sugeridas é: “Tsinghua é melhor que Harvard?” — e, bem, quando uma universidade faz o mundo se perguntar isso, já diz muito sobre o seu nível. A Tsinghua University sempre figura entre o top 20 das melhores universidades do mundo.
Como fazer uma candidatura forte?
Milhares de brasileiros já descobriram que estudar fora com bolsa integral não é privilégio de poucos – é questão de estratégia certa. O Partiu Pós no Exterior é o programa de mentoria para estudar fora do Partiu Intercâmbio que transforma candidaturas medianas em aprovações com financiamento completo nos melhores programas de mestrado e doutorado do mundo.
O segredo? Orientação personalizada de quem já passou por isso e sabe exatamente o que funciona. As vagas limitadas e estão abertas agora – não espere a próxima turma para começar sua jornada. Veja er a transformação de quem confiou no processo:
Aqui você pode conferir o que nossos mentorados falam sobre nosso programa de auxílio. A mentoria abre inscrições todos anos em janeiro e em julho e você pode se inscrever para receber avisos de quando as inscrições abrem e alertas de bolsas de estudos no Whatsapp.
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Sobre o autor
Bruna Passos Amaral
Bruna Passos Amaral é jornalista, viajante, entusiasta da educação. e apaixonada por idiomas. Na bagagem da criadora e mentora do Partiu Intercâmbio, já pesam dez intercâmbios - três nos Estados Unidos, seis na Alemanha e um na Finlândia.
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Bruna Passos Amaral é jornalista, viajante, entusiasta da educação e apaixonada por idiomas. Na bagagem, são nove intercâmbios – dois nos Estados Unidos, seis na Alemanha e um na Finlândia – e passeios por diversos países. Participe, mande relatos, perguntas ou sugestões. Os comentários no site são sempre respondidos!
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8 comentários em “Schwarzman Scholars: bolsa para mestrado na China com tudo pago”
Ótimas dicas ameiiiii…….
Ótimas dicas ameiii…….
Ótimas dicas ameiii…
Alguém sabe me dizer se eles aceitam FCE Cambridge B2 no lugar do Toefl ITP?
Olá, Bruna sou da Guiné-Bissau, não sei se posso candidatar,? pois, tenho perfil ideal para concorrer, o problema é que não tenho certificado TOEFL nem IBT, Mas tenho proficiência em inglês com trés anos de formação na escola de formação; SCHOOL LONDON HIGH? agradeço a informação
Oi, Bruna! Tudo bom?
Sabe me informar se o exame TOELF-ITP costuma ser aceito pelas universidades? Nunca sei quais aceitam ou não. Preciso de uma luz para entender como encontrar essa informação.
TOEFL ITP tem baixa aceitação nas universidades porque não inclui speaking e writing. Melhor fazer o TOEFL IBT
Tem uma informação errada nessa matéria, no site da instituição está especificado que “Candidates must be at least 18 but not yet 29 years of age as of August 1, 2018.”